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O Booking.com esta copiando o Airbnb?

Desde fevereiro de 2018, o Priceline Group adotou o nome de seu principal player e passou a ser chamado de Booking Holdings. Essa mudança, de acordo com o CEO da companhia, Glenn Fogel, aconteceu para que o mercado e investidores entendessem de maneira instantânea os negócios da marca. A expressão booking da holding, porém, não deverá se ater apenas à hotelaria para sempre. O full-service vem aí.

Fogel subiu ao palco da Phocuswright Conference 2018, realizada na Califórnia, e deixou claro que a empresa quer ser mais do que apenas uma plataforma de reserva de hotéis. Em um futuro não muito distante, o botão booking da plataforma deverá, também, representar todas os produtos turísticos, de voos a atividades e atrações.

“Queremos que o viajante tenha toda a viagem provida por nós. Com certeza, isso inclui agregar venda de bilhetes aéreos”, disse Fogel sem dar muitas pistas sobre quando e como essas novidades deverão começar a surgir.

O que também foi confirmado pelo CEO é o foco no mercado de casas férias (Vacation Rental, em inglês) e resorts de praia. “Ainda não somos os maiores nestes segmentos, mas queremos chegar lá e estamos caminhando em busca disso”.

Em notícia recente divulgado pelo portal Tnooz, executivos da Booking.com revelaram diversas mudanças na plataforma, que visam facilitar a prática do aluguel por temporada no site, poupar tempo dos proprietários e definir quem deve ou não reservar sua propriedade.

O vice-presidente da Booking.com, Olivier Grémillon, diz que a empresa desenvolveu essas ferramentas baseadas em reviews de profissionais do ramo do aluguel que anunciam e administram milhões de acomodações disponíveis no site.

HOSPEDANDO NÔMADES DIGITAIS

Nômades digitais são empresários e profissionais que comumente trabalham como escritores freelancers, fotógrafos, designers, desenvolvedores de software e qualquer outro tipo de trabalhador do conhecimento que possa realizar suas tarefas independente de sua localização física.  Fazem uso de novas tecnologias como internet wireless, smartphones e aplicativos de computação em nuvem para conduzir seus negócios, trabalhar remotamente e produzir renda de onde quer que estejam vivendo ou viajando.

Assim, é um profissional que pode trabalhar de casa, numa cafeterias, bibliotecas ou coworking para cumprir tarefas e objetivos que tradicionalmente seriam realizados numa posição fixa de trabalho.

Quase todas as atividades profissionais do nômade digital  funcionam em cloud, sendo possível trabalhar a partir de qualquer lugar do mundo de forma remota.

Estes nômades contemporâneos  podem ser divididos em três grupos: freelancer (trabalham para clientes e ainda trocam o tempo por dinheiro); empreendedores (criam produtos ou serviços rentáveis mas trabalham de qualquer lugar); e trabalhadores remotos (funcionários normais, mas com um tipo de trabalho que pode ser feito de qualquer lugar).

Atualmente, por volta 2 milhões de brasileiros já trabalham em home office. A  possibilidade de trabalhar remotamente tem feito com que muitas pessoas optem por conciliar a rotina profissional com a de viagens. Afinal, é possível atuar a partir de casa ou de qualquer lugar no mundo que tenha banda larga.

Desta forma, essas pessoas podem representar um grande potencial para o aluguel de temporada. Portanto, é possível ter uma renda recorrente a partir desse tipo de reserva, pois os nômades digitais costumam ficar de um a três meses em cada cidade.

Outra característica dos nômades digitais é que eles buscam a baixa temporada das cidades em razão da economia de custos e pelo fato de ter menos turistas circulando. Esse é um ponto bem favorável para aumentar a taxa de ocupação dos seus imóveis na baixa temporada.

Para saber mais dá uma olhadinha neste  post super legal publicado pelo Stays Blog:

http://stays.net/blog/nomades-digitais-para-o-aluguel-de-temporada/?utm_campaign=nomades_digitais_estao_pesquisando_os_seus_imoveis&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

Os viajantes acima dos 60 anos

A população idosa no Brasil está crescendo. Segundo relatório do Banco Mundial, em 2050 a estimativa é que 65 milhões de brasileiros tenham mais de 60 anos. Além de viver mais, os brasileiros estão vivendo melhor, com mais qualidade de vida e querendo conhecer cada vez mais os destinos turísticos brasileiros.

Para esta faixa etária segundo o estudo Sondagem do Consumidor – Intenção de Viagem, do Ministério do Turismo (2017), nos próximos seis meses, 25,4% dos brasileiros na faixa etária acima de 60 anos pretendem viajar. Deste total, a maioria (59,9%) informou que deverá optar por destinos domésticos. Na hora de fazer turismo, os viajantes com mais de 60 anos têm optado por fazer o passeio acompanhados (84%) e apenas 15% disseram que deverão fazer a próxima viagem sozinhos.

Ainda de acordo com o levantamento do Ministério do Turismo, o avião continua sendo o principal meio de locomoção (76,3%), seguido de automóvel (16,8%) e ónibus (6,2%). Hotéis e pousadas (64,8%) são os meios de hospedagem favoritos, seguido da casa de parentes e amigos (27%).

Já o Airbnb registrou um crescimento de 93% no número de viajantes da categoria sênior (com 60 anos ou mais) em setembro de 2018 frente ao mesmo período do ano passado. Este alavancamento demonstra a não totalidade de domínio dos millennials na tecnologia das plataformas de aluguel de temporada. Isto no Brasil ainda é  mais evidente, chegando a 66% de uso das OTAs (Online Travel Agencies) pelas pessoas acima de 60 anos, percentagem maior do que a média mundial de usuários da plataforma nesta faixa etária.

Os viajantes sêniors Airbnb preferem viajar em grupos – de família ou amigos – e fazem viagens mais longas do que outras faixas etárias: mais de cinco dias nos destinos domésticos e oito dias fora do país. A viagem doméstica é predominante: representa 53% das reservas, com destaque para São Paulo (30%), à frente do Rio, com 26%, e de Florianópolis (13%). Entre os destinos internacionais, a Europa é a região de maior interesse, com destaque para Portugal (representando 34% das reservas internacionais de sêniors brasileiros, com destaque para Lisboa e Porto) e Itália (16%).

Outro dado importante,  os anfitriões brasileiros com 60 anos ou mais, são os quem recebem as melhores avaliações dos hóspedes, com 85% de avaliação cinco estrelas. A maioria deste grupo de anfitriões é composta por mulheres (57%). Os anfitriões sêniors também ganham mais anualmente: R$ 6 mil, enquanto a renda anual dos anfitriões típicos de todas as idades é de R$ 5,5 mil.

Para saber mais detalhes leia o post da PANROTAS:

https://www.panrotas.com.br/mercado/pesquisas-e-estatisticas/2018/10/viajantes-com-60-anos-ou-mais-lideram-alta-no-airbnb_159241.html

E também o post do Airbnb:

https://press.airbnb.com/br/viajantes-com-60-anos-ou-mais-lideram-crescimento-no-airbnb/

TRABALHANDO COM RESERVAS DIRETAS

Com o surgimento das OTAs (Online Travel Agencies) hoteleiros e anfitriões do mundo inteiro se viram à frente de um impasse: diminuir a rentabilidade e vender mais, ou manter uma taxa de ocupação mediana com maiores vendas diretas.

Mas as OTAs nasceram para transformar o mercado de hospedagem, e juntamente com elas apareceram diversas coisas boas, e outras nem tanto.

O principal objetivo das OTAs é entregar para o hóspede exatamente o que ele procura: hóspedes, e assim facilitar o processo de venda. As OTAs investem pesado em marketing para conquistar adeptos que as utilizem sempre que precisam fazer uma reserva.

Mas quando a gente quer fazer uma reserva lembra de quem? De consultar primeiro o Booking.com, claro. E mais recentemente Airbnb também se tornou um referencial em termos de busca de hospedagem.

O Booking.com está entre os maiores canais de venda do mundo, junto com Expedia e Decolar. E a sensação que predomina no momento é a de que o hoteleiro ou anfitrião que não está vendendo no Booking, está perdendo dinheiro.

Nos últimos anos, as reservas diretas vem ganhando força e travando uma batalha contra as OTAs. Mas para entrar na guerra e fazer bonito, é preciso entender sobre o assunto.

Reserva direta nada mais é do que atrair o cliente para que este efetue a compra diretamente com o seu meio de hospedagem. O que pode ser feito por telefone, e-mail, mas principalmente através do site do hotel.

Assim, o blog HOSPEDIN elaborou um Guia Completo dobre Reservas Diretas para ajudar os hoteleiros a fazer um trabalho direto com maior taxa de lucros. Lá tem muitas dicas interessante que também pode ser úteis para nos anfitriões de aluguel de temporada.

È um texto longo mas vale a pena ler ate o final. Confiram lá:

http://blog.hospedin.com/reservas-diretas/

 

O turismo sustentável

Em 2015, 1.186 milhões de pessoas viajaram pelo mundo em busca de paisagens paradisíacas, culturas remotas, aventuras inéditas, temperaturas extremas, comidas exóticas, histórias ancestrais, hotéis de luxo e outras experiências. Um número que, de acordo com a Organização Mundial do Turismo (OMT), deve alcançar 1.8 bilhões, em 2030.

O turismo é um dos setores da economia que mais crescem internacionalmente, responsável por 10% do PIB mundial, 7% das exportações e um em cada onze empregos no mundo. Portanto, o turismo parece ser mesmo uma atividade do bem, quando não consideramos as iniquidades e impactos negativos que ele pode gerar.

Dentro de um planeta que convive cada vez mais com questões graves que impedem o desenvolvimento sustentável, como as mudanças climáticas, o esgotamento de recursos naturais, a pobreza e a fome, o turismo pode atuar como causa e também potencial solução para estas e outras urgências ambientais.

O turismo possibilita movimentar a economia de uma região, já que os visitantes se hospedam, se alimentam, fazem alguma atividade de lazer ou negócios – enfim, consomem produtos e serviços.

Cabe também a nós, como anfitriões ou hospedes, microempresários pensarmos em como podemos promover um turismo que contribua para o bem-estar, a qualidade de vida e a valorização da cultura das comunidades, o equilíbrio e preservação ambiental e a sustentabilidade econômica do pequeno ao grande empreendedor.

Assim,  a OMT definiu o turismo sustentável como: aquele tipo de turismo que considera plenamente seus atuais e futuros impactos econômicos, sociais e ambientais, abordando as necessidades dos visitantes, da indústria, do meio ambiente e das comunidades locais.

Ainda neste contexto, em janeiro de 2015, uma resolução da ONU “Promoção do Turismo Sustentável, incluindo ecoturismo, para erradicação da pobreza e proteção do meio ambiente reconheceu o turismo sustentável como ferramenta estratégica para redução da pobreza, proteção da biodiversidade e desenvolvimento das comunidades.

Veja as  dicas do AKATU ( https://www.akatu.org.br/sobre-o-akatu/) para um turismo sustentável podem ser bons tanto para você quanto seus hospedes:

Respeite a cultura e as comunidades locais

Mais do que conhecer um destino e suas belezas, você pode ter o prazer de conhecer as pessoas que moram lá. Respeite sempre a cultura regional – aproveite para conhecer as diferenças e ouvir histórias locais. Procure um guia local  e valorize o patrimônio regional.

Prefira os alimentos e pratos da época e regionais

Quando o visitante escolhe alimentos da região que visita, e da época, está optando por um consumo com menos impacto, já que são exigidos menos recursos como agroquímicos  em sua produção e eles são transportados por distâncias mais curtas, emitindo menos gases de efeito estufa. Esses alimentos regionais geralmente são ingredientes dos pratos típicos da região, que são uma aventura para o paladar dos visitantes.

Atenção na hora de comprar as lembrancinhas

Neste pequeno gesto de consumo, de comprar um objeto como lembrança, o turista consciente pode valorizar o trabalho de artesãos locais, que mantêm a cultura regional viva e usam o dinheiro em benefício de suas famílias. Por outro lado, fique atento ao material usado e não compre um souvenir que possa ter causado dano à natureza, como a destruição de recifes de corais, importantes para o equilíbrio da vida marítima, por exemplo.

Não deixe nada no caminho

Atenção aos resíduos que você gera quando visita um local – eles são de sua responsabilidade.  Se estiver em uma trilha, praia ou outro lugar onde não houver coleta de lixo, leve um saquinho para carregar os seus resíduos e destiná-los a um local correto, sem poluir o meio ambiente.

Não retire nada no caminho

Ao fazer passeios em áreas ambientais, não recolha plantas e animais, pois isso pode prejudicar o ecossistema. A melhor recordação que você pode ter é uma linda foto, além de boas histórias para contar.

Evite o descartável

Procure levar com você o seu recipiente reutilizável para beber água ao invés de comprar água em garrafas plásticas. Leve consigo também uma sacola durável para evitar o consumo das descartáveis quando fizer compras.

Mala na medida certa

Na hora de preparar a mala, seja seletivo. Você não precisa levar sua casa inteira com você. Escolha roupas versáteis, que combinem facilmente entre si e sirvam para diversas situações. Isso facilita o deslocamento e pode ajudar a diminuir os gastos com transporte e com energia na lavagem.

Sem desperdício de água ou energia

Não desperdice água ou energia no local onde estiver hospedado. Evitar a troca desnecessária de roupa de cama e toalhas também ajuda a não desperdiçar água e energia. Ao sair do ambiente, não esqueça de desligar a luz e o ar condicionado, e de tirar os equipamentos da tomada.

Desloque-se com consciência

Sempre que possível, tente fazer os seus passeios a pé ou de bicicleta, pois desta forma não há emissões de gases de efeito estufa, causadores das mudanças climáticas – além de ser um exercício físico agradável. Planeje o roteiro de viagem de forma a não gastar combustível à toa. Deixe os veículos motorizados para trechos mais longos, dando preferência ao transporte público sempre que possível.

Não se esqueça de valorizar as belezas locais

Uma viagem internacional é algo muito especial, mas não tira o valor de descobrir a beleza natural e a riqueza da cultura do nosso próprio país, estado e até mesmo da nossa cidade. Uma busca simples na internet com certeza revelará locais próximos que merecem ser visitados, reduzindo muito o impacto ambiental do passeio, e permitindo incentivar o turismo local e o desenvolvimento da economia local. Sem contar que pesa menos no bolso!

 

Anac autoriza a primeira Low cost a operar no Brasil

Quatro empresas aéreas estrangeiras estão interessadas no Brasil para começar a operar voos internacionais no modelo low cost . A informação foi divulgada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), responsável pela concessão de autorização para que novas empresas aéreas possam voar dentro do país.

Uma companhia aérea de baixo custo (ou low cost em inglês) é aquela que oferece baixas tarifas eliminando custos associados a serviços tradicionais oferecidos aos passageiros, baseando-se na simplicidade do serviço. O conceito teve origem nos Estados Unidos (em 1978) e popularizou-se na Europa durante os 90 anos.

As companhias low cost têm um modelo baseado em custos unitários inferiores relativamente ao outros tipos de companhias aéreas tradicionais e charter, o que lhes permite praticar preços reduzidos, sendo esta a sua principal vantagem competitiva face às restantes companhias aéreas. Os preços reduzidos apenas são possíveis devido à simplificação de processos de gestão e à oferta de um serviço com características simplificadas, em que a única preocupação é oferecer o transporte aéreo a baixo preço.

Estas companhias também se caracterizam-se pela aposta na utilização de aeroportos secundários, maior intensidade na utilização de aviões e tripulações, redução de custos de manutenção, mais lugares disponíveis por avião e tempos de paragem nos aeroportos reduzidos, permitindo obter uma redução de custos inferiores às tradicionais.

Assim, o desenvolvimento destes serviços aéreos low cost resultou fundamentalmente no aumento do tráfego aéreo, evitando o desvio da procura existente para outros meios, uma vez que os preços baixos oferecidos pelas companhias low cost acabaram por atrair novos clientes para o mercado do transporte aéreo

Seguindo esta tendencia do mercado nesta sexta-feira (26/10/2018) foi publicado no Diário Oficial da União a concessão da Anac que autoriza a  operação à empresa chilena Sky Airline no Brasil. É a primeira vez que uma companhia aérea estrangeira denominada low cost  ofertará voos internacionais de passageiros no Brasil.

O primeiro voo regular da companhia está marcado para o dia 5 de novembro destinado ao Rio de Janeiro. Mas já existe previsões de voo para São Paulo e Florianópolis em 2019.

Mais informações confira no link abaixo:

https://www.msn.com/pt-br/viagem/noticias/anac-autoriza-1ª-empresa-aérea-de-baixo-custo-a-operar-no-brasil/ar-BBOVT03?ocid=spartandhp

Serviço de limpeza no aluguel de temporada

Para quem está começando no mercado de aluguel de temporada, pode parecer simples lidar com questões relacionadas à limpeza. Afinal, muitas pessoas imaginam que é só fazer algo semelhante ao que é feito na própria residência. Porém, não é bem assim. Na verdade o serviço de limpeza para aluguel de temporada deve receber muito  mais atenção do que o cuidado habitual que se tem em casa.

Para se ter ideia da importância do assunto, a plataforma do  Airbnb  é super-rigorosa a respeito do item limpeza na avaliação do hospede. O Airbnb considera esse ponto um dos critérios de hospitalidade mais significativos e que impactam diretamente no sucesso de um anúncio.

Além do Airbnb o assunto “limpeza” é um dos temas mais recorrentes em avaliações negativas  que aparecem nas OTA’s (Online Travel Agencies) como Booking.com e outros. Isso tem impacto direto na conquista de novas reservas novas reservas. Afinal, você se hospedaria em um local que recebeu queixas públicas sobre a falta de higienização? Provavelmente não.

Sobre este tema  StaysBlog publicou um post muito interessante com dicas bem uteis . Confiram aqui:

http://stays.net/blog/servico-de-limpeza-para-aluguel-de-temporada/

 

A importância dos comentários de hóspedes no aluguel de temporada

No  aluguel de temporada, os comentários (ou reviews) feitos pelos hóspedes são essenciais para que os potenciais hospedes  tenham uma melhor ideia da acomodação a ser oferecida.

Os comentários de hóspedes no aluguel de temporada são de suma importância para atrair cada vez mais turistas para o seu espaço. Isso ocorre porque é natural que os comentários de hóspedes satisfeitos anteriores encorajem as pessoas interessadas em seu espaço a alugar posteriormente também!

Além disso, bons comentários transferem o seu imóvel para um lugar de destaque nas plataformas online de aluguel por temporada, isso é, eles aparecem em uma posição privilegiada a lista de escaços para locação, podendo aumentar as suas reservas.

Um estudo do TripAdvisor de 2016, confirmou que propriedades com 3 comentários ou mais alugam até 3 vezes mais do que imóveis com menos reviews.

Para saber mais leia o post no Blog da GoHouse:

https://blog.gohouse.com.br/como-lidar-com-comentarios-de-hospedes-no-aluguel-de-temporada/?utm_campaign=newsletter_2310&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

PREPARANDO A TEMPORADA: RECEBENDO OS ESTRANGEIROS

 

Dados da Polícia Federal analisados pelo Ministério do Turismo revelam que o Brasil registrou recorde de entrada de turistas estrangeiros em 2017. No último ano, 6.588.770 visitaram o país. O número é maior que o registrado nos anos da Olimpíada (6.546.696) e da Copa do Mundo (6.429.852). A alta de 0,6% em relação ao ano anterior foi puxada pelos países vizinhos. A América do Sul registrou um salto de 11,1%, de 3,7 milhões para 4,1 milhões turistas em 2017, o equivalente a 62,4% do total.

Na lista de principais países visitantes, a Argentina continua em primeiro lugar, com 2.622.327 visitantes, 14,3% a mais que em 2016. O país vizinho responde por quase 40% de todos os turistas internacionais que o Brasil recebe. Em segundo ficam os Estados Unidos, com 475,2 mil viajantes, uma queda de 7% em relação ao ano anterior. O Chile fica na terceira colocação, com 342,1 mil pessoas, 5,2% a mais que 2016.

Isto significa que os estrangeiros são hospedes em potencial para os alugueis de temporada em 2018/2019. Outro dados importante que deve-se legar em consideração é que  os estrangeiros costumam ficar hospedados por mais tempo em comparação aos brasileiros.

Para atrair estes hospedes estrangeiros é preciso trabalhar alguns diferenciais, que vão desde a forma de anunciar nas Online Travel Agencies (OTAs) até os serviços oferecidos durante a hospedagem. Assim, o StaysBlog listou 7 pontos importantes que  podem atrair os hóspedes estrangeiros. Confira as dicas no link:

http://stays.net/blog/como-atrair-reservas-de-estrangeiros/?utm_campaign=turistas_estrangeiros_estao_pesquisando_os_seus_imoveis&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

 

 

Como o Google Trends pode te ajudar a definir o valor do seu aluguel de temporada

O aluguel de temporada pode ser muito rentável, mas é importante definir com muito cuidado  o valor a ser cobrado pela locação para realmente valer a pena dispor seu imovel.

Então mesmo que muitas vezes nos empolguemos com o lucro, é preciso prudencia para não definir um valor que não condiz com as características e condições do imóvel. Uma boa dica neste caso é pesquisar, comparar com imóveis similares e estar sempre atento às mudanças do mercado.

Outra dica importante é listar todas as sua despesas. Coloque tudo na ponta do lápis: IPTU, internet, energia elétrica, água, limpeza, condomínio, etc.

Além disto, quando o mercado está aquecido, ou seja, quando as pessoas possuem maior entradas de dinheiro são as épocas em que elas aceitam pagar um pouco a mais por seu lazer. Assim, é possivel aumentar o valor do imóvel em altas temporadas pois  a procura é intensa. Exemplo disto são os feriados nacionais, carnavais, férias ou festas de final de ano, onde os preços das diárias tendem a ser bem maiores pela lei da oferta e procura.

Como já sabemos que o aluguel de temporada está cada vez mais competitivo, é importante utilizar uma estratégia de preço quando for anunciar, alterando os valores quando for baixa, média e alta temporada. Para ajudar nesta precificação já existem varias ferramentas tecnológicas de fácil acesso como o Google Trends que pode te dar uma ideia de valor de mercado de um imóvel qualquer num determinado período em qualquer região do planeta.

Basicamente, o Google Trends é um enorme banco de dados que ajuda a entender as tendências de pesquisas de dado, que mostra a relevância e o volume de buscas por determinado tema ou assunto durante um período de tempo. Mas este banco de dados pode te informar o valor de um aluguel em qualquer parte do mundo. E isto pode ser útil na sua decisão do valor do seu aluguel de temporada.

Para saber mais sobre o Google Trends veja este post no blog GoHouse:

https://blog.gohouse.com.br/como-precificar-um-imovel-google-trends/?utm_campaign=newsletter_-_0409&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

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