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O Booking.com esta copiando o Airbnb?

Desde fevereiro de 2018, o Priceline Group adotou o nome de seu principal player e passou a ser chamado de Booking Holdings. Essa mudança, de acordo com o CEO da companhia, Glenn Fogel, aconteceu para que o mercado e investidores entendessem de maneira instantânea os negócios da marca. A expressão booking da holding, porém, não deverá se ater apenas à hotelaria para sempre. O full-service vem aí.

Fogel subiu ao palco da Phocuswright Conference 2018, realizada na Califórnia, e deixou claro que a empresa quer ser mais do que apenas uma plataforma de reserva de hotéis. Em um futuro não muito distante, o botão booking da plataforma deverá, também, representar todas os produtos turísticos, de voos a atividades e atrações.

“Queremos que o viajante tenha toda a viagem provida por nós. Com certeza, isso inclui agregar venda de bilhetes aéreos”, disse Fogel sem dar muitas pistas sobre quando e como essas novidades deverão começar a surgir.

O que também foi confirmado pelo CEO é o foco no mercado de casas férias (Vacation Rental, em inglês) e resorts de praia. “Ainda não somos os maiores nestes segmentos, mas queremos chegar lá e estamos caminhando em busca disso”.

Em notícia recente divulgado pelo portal Tnooz, executivos da Booking.com revelaram diversas mudanças na plataforma, que visam facilitar a prática do aluguel por temporada no site, poupar tempo dos proprietários e definir quem deve ou não reservar sua propriedade.

O vice-presidente da Booking.com, Olivier Grémillon, diz que a empresa desenvolveu essas ferramentas baseadas em reviews de profissionais do ramo do aluguel que anunciam e administram milhões de acomodações disponíveis no site.

Os viajantes acima dos 60 anos

A população idosa no Brasil está crescendo. Segundo relatório do Banco Mundial, em 2050 a estimativa é que 65 milhões de brasileiros tenham mais de 60 anos. Além de viver mais, os brasileiros estão vivendo melhor, com mais qualidade de vida e querendo conhecer cada vez mais os destinos turísticos brasileiros.

Para esta faixa etária segundo o estudo Sondagem do Consumidor – Intenção de Viagem, do Ministério do Turismo (2017), nos próximos seis meses, 25,4% dos brasileiros na faixa etária acima de 60 anos pretendem viajar. Deste total, a maioria (59,9%) informou que deverá optar por destinos domésticos. Na hora de fazer turismo, os viajantes com mais de 60 anos têm optado por fazer o passeio acompanhados (84%) e apenas 15% disseram que deverão fazer a próxima viagem sozinhos.

Ainda de acordo com o levantamento do Ministério do Turismo, o avião continua sendo o principal meio de locomoção (76,3%), seguido de automóvel (16,8%) e ónibus (6,2%). Hotéis e pousadas (64,8%) são os meios de hospedagem favoritos, seguido da casa de parentes e amigos (27%).

Já o Airbnb registrou um crescimento de 93% no número de viajantes da categoria sênior (com 60 anos ou mais) em setembro de 2018 frente ao mesmo período do ano passado. Este alavancamento demonstra a não totalidade de domínio dos millennials na tecnologia das plataformas de aluguel de temporada. Isto no Brasil ainda é  mais evidente, chegando a 66% de uso das OTAs (Online Travel Agencies) pelas pessoas acima de 60 anos, percentagem maior do que a média mundial de usuários da plataforma nesta faixa etária.

Os viajantes sêniors Airbnb preferem viajar em grupos – de família ou amigos – e fazem viagens mais longas do que outras faixas etárias: mais de cinco dias nos destinos domésticos e oito dias fora do país. A viagem doméstica é predominante: representa 53% das reservas, com destaque para São Paulo (30%), à frente do Rio, com 26%, e de Florianópolis (13%). Entre os destinos internacionais, a Europa é a região de maior interesse, com destaque para Portugal (representando 34% das reservas internacionais de sêniors brasileiros, com destaque para Lisboa e Porto) e Itália (16%).

Outro dado importante,  os anfitriões brasileiros com 60 anos ou mais, são os quem recebem as melhores avaliações dos hóspedes, com 85% de avaliação cinco estrelas. A maioria deste grupo de anfitriões é composta por mulheres (57%). Os anfitriões sêniors também ganham mais anualmente: R$ 6 mil, enquanto a renda anual dos anfitriões típicos de todas as idades é de R$ 5,5 mil.

Para saber mais detalhes leia o post da PANROTAS:

https://www.panrotas.com.br/mercado/pesquisas-e-estatisticas/2018/10/viajantes-com-60-anos-ou-mais-lideram-alta-no-airbnb_159241.html

E também o post do Airbnb:

https://press.airbnb.com/br/viajantes-com-60-anos-ou-mais-lideram-crescimento-no-airbnb/

TRABALHANDO COM RESERVAS DIRETAS

Com o surgimento das OTAs (Online Travel Agencies) hoteleiros e anfitriões do mundo inteiro se viram à frente de um impasse: diminuir a rentabilidade e vender mais, ou manter uma taxa de ocupação mediana com maiores vendas diretas.

Mas as OTAs nasceram para transformar o mercado de hospedagem, e juntamente com elas apareceram diversas coisas boas, e outras nem tanto.

O principal objetivo das OTAs é entregar para o hóspede exatamente o que ele procura: hóspedes, e assim facilitar o processo de venda. As OTAs investem pesado em marketing para conquistar adeptos que as utilizem sempre que precisam fazer uma reserva.

Mas quando a gente quer fazer uma reserva lembra de quem? De consultar primeiro o Booking.com, claro. E mais recentemente Airbnb também se tornou um referencial em termos de busca de hospedagem.

O Booking.com está entre os maiores canais de venda do mundo, junto com Expedia e Decolar. E a sensação que predomina no momento é a de que o hoteleiro ou anfitrião que não está vendendo no Booking, está perdendo dinheiro.

Nos últimos anos, as reservas diretas vem ganhando força e travando uma batalha contra as OTAs. Mas para entrar na guerra e fazer bonito, é preciso entender sobre o assunto.

Reserva direta nada mais é do que atrair o cliente para que este efetue a compra diretamente com o seu meio de hospedagem. O que pode ser feito por telefone, e-mail, mas principalmente através do site do hotel.

Assim, o blog HOSPEDIN elaborou um Guia Completo dobre Reservas Diretas para ajudar os hoteleiros a fazer um trabalho direto com maior taxa de lucros. Lá tem muitas dicas interessante que também pode ser úteis para nos anfitriões de aluguel de temporada.

È um texto longo mas vale a pena ler ate o final. Confiram lá:

http://blog.hospedin.com/reservas-diretas/

 

RAFAEL RIBEIRO: FOTOGRAFO DE ARQUITETURA/INTERIORES E IMOVEIS

Em se tratando de aluguel por temporada, a primeira impressão é a que fica. Ao escolher uma hospedagem, os viajantes levam muito em conta as fotos disponibilizadas pelo anfitrião em seu anúncio. Assim é muito importante que as imagens selecionadas sigam um padrão de qualidade e mostrem cada detalhe do quarto, casa ou apartamento, valorizando seus pontos fortes, mas sempre com o cuidado de que os registros fotográficos sejam fiéis à realidade.

Alguns anfitriões recorrem a fotógrafos profissionais para garantir que seus anúncios tenham os melhores cliques, pois isto pode significar  um aumento considerável no número de reserva. Pensando nisso, apresentamos aqui um pouco do trabalho do Rafael Ribeiro que é fotografo do Airbnb.

O Rafael é natural da cidade de Florianópolis e fotógrafo profissional desde 2006,.
Trabalha quase que exclusivamente com Arquitetura/Interiores e Imóveis desde 2011.
Ao longo destes últimos anos já fotografou aproximadamente 800 imóveis pelo Estado de Santa Catarina, tanto para o site Airbnb quanto para Arquitetos e Designers.
Para saber mais sobre seus últimos trabalhos e projetos, você pode acessar:
www.instagram.com/rafaelribeirovisuals
E importante: ele tem pacotes especiais para anfitriões de aluguel de temporada. Segue contato do Rafael para quem esta pensando em postar um novo anuncio ou mesmo fazer um up grade do seu anuncio atual:
Whatsapp: (48) 99607-0067
Aqui vai algumas amostras do seu trabalho:

Mas o que é Economia Colaborativa?

A Economia Tradicional é a ciência  que estuda a forma como a sociedade administra seus recursos escassos. Ou seja, o que a economia estuda e investiga é a forma como usamos recursos finitos para produzir, comprar, vender e consumir produtos ou serviços.

Já a Economia Colaborativa troca o  foco da escassez de recursos para a abundância de recursos disponíveis. Essa forma de enxergar a economia visa uma distribuição consciente e sustentável dos recursos, aproveitando de sua abundância para realizar trocas justas e que forneçam valor para os envolvidos enquanto promove inovação por meio da sustentabilidade.

Assim, a economia colaborativa parte da abundância e não da escassez dos recursos disponíveis na sociedade. Em vez de valorizar apenas o que pode acabar um dia, ela pensa em formas de distribuir melhor e otimizar o uso do que já temos.

Pense num motorista viajando com vários lugares vazios no carro. O que o impede este motorista de unir a disponibilidade espaço à necessidade um passageiro que está procurando um meio de transporte para viajar?

Essa duvida é resolvido por iniciativas inovadoras de economia colaborativa como o BlábláCar, que une, motoristas e passageiros que querem encontrar um meio de viajar. Ambos conseguem atingir seus objetivos otimizando o uso de recursos e economizando.

A economia colaborativa também propõe mudanças na organização hierárquica, em formato de pirâmide, onde nos submetemos ao poder de quem está no topo uma vez  que sua proposta é uma organização em rede. Os papéis de fornecedor e consumidor se invertem, são ambivalentes e podem mudar a todo momento. Por outro lado enquanto consumidores, não somos mais agentes passivos e reféns dos produtores. A ideia é que as transações ocorram de forma multilateral.

Assim, plataformas tecnológicas  como o Airbnb e Uber funcionam nessa lógica. Quem precisa de um lugar pra ficar tem a mesma oportunidade de usar o serviço como quem tem hospedagem para oferecer. Ambos os agentes usam a disponibilidade e a necessidade para criar um ambiente colaborativo dentro dos serviços.

Por outro lado, a economia colaborativa também promove, ao contrário da economia tradicional, a conexão entre as pessoas, estimulando a colaboração, ao invés da competição. Assim, por exemplo você pode utilizar os classificados da OLX, para procurar bens que precisa e negociar valores, formas de pagamento e até trocas de produtos com os seus próprios donos.  Não são necessárias disputas para conquistar fatias do mercado, nem necessariamente prejudicar outros agentes do mercado ao escolher uma ou outra opção.

 

Saiba mais sobre o tema no link:

https://www.freetheessence.com.br/nova-economia/consumo-colaborativo/economia-colaborativa-o-que-e/

 

Veja o vídeo da Camila Haddad:

https://www.youtube.com/watch?v=gpha0mG0710

 

 

As ” Experiencia” do Airbnb

As Experiências do Airbnb são atividades desenvolvidas e guiadas por moradores locais que inspiram. Eles vão muito além de um passeio turístico ou aulas típicas, eles fazem seus hóspedes mergulharem em um mundo único. É uma oportunidade para todos compartilhar seus hobbies, habilidades ou especialidades sem precisar de um quarto extra.

Assim, os anfitriões oferecem aos hóspedes um acesso singular a lugares e comunidades em suas cidades. Eles podem oferecer imersões e experiências de um dia. As imersões acontecem ao longo de vários dias e são oferecidas como um pacote fechado — suas programações não podem ser modificadas. As experiências de um dia podem durar apenas algumas horas. Experiências podem ir de workshops a longas caminhadas e variam em níveis de habilidade e categorias de interesse.

Mas o Rio de Janeiro foi a primeira cidade brasileira a oferecer as Experiências, em junho de 2017, começou com pouco mais de 35 opções mas  hoje já são mais de 160. Por enquanto, as experiências só estão disponíveis em algumas cidades.

Saiba um pouco mais sobre a importância destas Experiencias no link:

https://www.jornaldeturismo.tur.br/estados/81414-experiencias-airbnb-celebra-crescimento-no-rio-de-janeiro

 

Em  Florianópolis já temos catalogas 15 Experiencias que vão desde surf a culinária passando pelos  batons

Confira elas aqui:

https://www.airbnb.com.br/s/Florian%C3%B3polis–Brasil/experiences?refinement_paths%5B%5D=%2Fexperiences

 

 

As comissões das plataformas de aluguel de temporada no Brasil

Utilizar as plataformas digitais para anunciar seu espaço ou para se hospedar por curtas temporadas tem sido uma pratica frequente entre os brasileiros.

Mas na hora de fazer o seu anuncio é preciso refletir quais são os seus propósitos, suas metas e seu publico alvo. Porque as vezes você pode estar pensando em apenas complementar sua renda familiar. Mas também ao contrario a expectativa pode ser o aluguel de temporada se transformar na sua principal fonte de renda. Ou poderia também ser simplesmente a ocupação de  um espaço ocioso na sua propriedade.

Assim, para todas estas possibilidades existem varias plataformas digitais como Airbnb, Homeway, Booking.com, Expedia, etc que podem ser adequadas ao seu proposito.

E cada uma destas plataformas tem seus custos tanto para o anfitrião quanto os hospedes. Para entender melhor o assunto o Stay blog fez uma post esclarecendo de forma bem simples as comissões cobradas por estas grandes empresas tecnológicas que lideram o mercado de oferta de alugueis de temporada.

Confira este  post superinteressante no link:

http://stays.net/blog/comissao-do-airbnb/

 

 

Airbnb passa a dar opções de quartos em pousadas e hotéis-boutique

O Airbnb anunciou mudanças em sua plataforma e passou a incluir hotéis-boutique e pousadas como opções de hospedagem. O anúncio foi feito pelo fundador da empresa, Brian Chesky nesta quinta-feira (22/2). As duas categorias já estão disponíveis para os usuários junto com as outras que já existiam (quarto compartilhado, quarto inteiro, casa inteira) e mais duas novas: casas de férias e casas únicas.

Segundo Chesky, para que as empresas de hospedagem anunciem na plataforma precisam seguir critérios, como oferecer recepção especial, espaços comuns e/ou eventos, quartos com influências da cultural local e design único. Os serviços oferecidos, segundo ele, também precisam ser pessoais, como, por exemplo, dar um mapa personalizado aos hóspedes com recomendações de locais.

– Nós damos as boas-vindas a anúncios criados por empresas profissionais em hospitalidade desde que ofereçam espaços únicos.

O Airbnb já tem cerca de 180 mil ofertas de pousadas e 24 mil quartos em hotéis boutique.

Coleções e programa de fidelidade

A empresa anunciou também a criação de seu programa de fidelidade, que estará em fase de testes até o fim deste ano, com cerca de 10 mil usuários. A ideia é o que serviço seja disponibilizado para os “Super Guests”, hóspedes bem avaliados pelos usuários. Alguns benefícios serão concessão de descontos e possibilidade de fazer reservas de última hora.

A plataforma também passou a categorizar os tipos de hospedagem em coleções. Por enquanto, apenas duas estão disponíveis: Airbnb para famílias e Airbnb para trabalho. Até o fim do ano, outras, como casamento, viagem em grupo e jantar especial serão adicionadas.

 

(Notícia do O Globo)