Arquivos de tags: novidade

Os impactos do turismo

O rápido crescimento do Turismo, a partir dos anos 50, resultou na degradação ambiental de inúmeros recursos turísticos em todo o mundo. Os indicadores apontam um crescimento contínuo da atividade, de cerca de 4% a 5% ao ano, e, consequentemente, os impactos sobre o meio ambiente também se intensificam. Esse risco, reconhecido pela maioria dos governos dos países receptores de turistas, estimulam iniciativas que proporcionem tanto uma evolução dos aspectos favoráveis do Turismo como a proteção ambiental.

Como o meio ambiente constitui um elemento fundamental do Turismo, sua “manutenção sadia” é essencial para a evolução da atividade. A avaliação dos impactos de toda ordem sobre o meio ambiente é extremamente difícil. O fato de o homem estar vivendo e modificando a Terra há milhares de anos torna difícil estabelecer uma base para medir as modificações. Em muitas destinações turísticas, o uso público ocorre há tanto tempo que é quase impossível compreender o meio ambiente sem os efeitos provocados pelo Turismo;

Muitos efeitos do Turismo sobre o meio ambiente resultam em processos ambientais normais, que ocorrem independentemente da ação do homem. Assim, as intempéries e a erosão são processos da natureza, porém, tornam-se mais intensos quando ocorrem em locais alterados pelo homem. Fica difícil determinar quando as alterações são provocadas pelo desenvolvimento turístico ou quando este constitui apenas um entre vários agentes modificadores.

Atualmente, a reflexão e a discussão sobre os impactos do Turismo sobre as localidades receptoras já ocorrem em amplos segmentos envolvidos com viagens turísticas e várias propostas têm surgido e sido levadas a efeito com relativo sucesso, no sentido de minimizar os impactos negativos, otimizar os positivos e enriquecer a experiência vivencial das pessoas que viajam em férias.

Neste sentido, a Organização Mundial do Turismo (OMT) junto com a empresa Ipsos realizou uma pesquisa onde observou que mais da metade da população global considera que o Turismo tem um impacto positivo na geração de riqueza e promoção de intercâmbios culturais, é o que revela uma pesquisa da Organização Mundial do Turismo (OMT) com a empresa Ipsos.

No levantamento on-line, que foi realizado em 15 países e teve como alvo 12 mil pessoas, 47% dos entrevistados acreditam que “vivem em cidades com um grande número de turistas” e 49% afirmam que deve haver medidas para melhorar a gestão do setor. Apenas 12% são favoráveis ao número de visitantes.

Para mais detalhes leia este post do PANROTAS:

https://www.panrotas.com.br/mercado/pesquisas-e-estatisticas/2019/01/populacao-global-acredita-em-impacto-positivo-do-turismo_161896.html?utm_campaign=panrotas_news_-_edicao_002889&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

Pesquisa do Booking.com indica que banheiro é prioridade para brasileiros na avaliação de uma hospedagem

Cada pessoa tem uma rotina ao iniciar uma hospedagem num local onde nunca esteve. Alguns se preocupam com a vista da janela, com o espaço dos armários, com o tamanho da cama ou com os entretenimentos na TV. Mas para o brasileiro, no entanto, nada é mais importante do que o banheiro. Essa foi uma das tendências notadas pela Booking.com em pesquisa recente sobre o mercado nacional.

O principal fator para a satisfação com a hospedagem durante uma viagem é a limpeza e o conforto do banheiro. Essa foi a resposta de 91% dos viajantes brasileiros. O quesito limpeza e conforto é definitivamente crucial, sendo repetido também na análise do quarto, para 87%. Seguem em importância para o brasileiro o café da manhã (65%), uma paisagem agradável (55%) e wi-fi na acomodação (45%).

Mais detalhes desta pesquisa leia o post da PANROTAS no link abaixo:

https://www.panrotas.com.br/hotelaria/mercado/2018/12/banheiro-e-prioridade-do-brasileiro-ao-avaliar-hospedagem_160760.html?utm_campaign=panrotas_news_-_edicao_002849&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

RAFAEL RIBEIRO: FOTOGRAFO DE ARQUITETURA/INTERIORES E IMOVEIS

Em se tratando de aluguel por temporada, a primeira impressão é a que fica. Ao escolher uma hospedagem, os viajantes levam muito em conta as fotos disponibilizadas pelo anfitrião em seu anúncio. Assim é muito importante que as imagens selecionadas sigam um padrão de qualidade e mostrem cada detalhe do quarto, casa ou apartamento, valorizando seus pontos fortes, mas sempre com o cuidado de que os registros fotográficos sejam fiéis à realidade.

Alguns anfitriões recorrem a fotógrafos profissionais para garantir que seus anúncios tenham os melhores cliques, pois isto pode significar  um aumento considerável no número de reserva. Pensando nisso, apresentamos aqui um pouco do trabalho do Rafael Ribeiro que é fotografo do Airbnb.

O Rafael é natural da cidade de Florianópolis e fotógrafo profissional desde 2006,.
Trabalha quase que exclusivamente com Arquitetura/Interiores e Imóveis desde 2011.
Ao longo destes últimos anos já fotografou aproximadamente 800 imóveis pelo Estado de Santa Catarina, tanto para o site Airbnb quanto para Arquitetos e Designers.
Para saber mais sobre seus últimos trabalhos e projetos, você pode acessar:
www.instagram.com/rafaelribeirovisuals
E importante: ele tem pacotes especiais para anfitriões de aluguel de temporada. Segue contato do Rafael para quem esta pensando em postar um novo anuncio ou mesmo fazer um up grade do seu anuncio atual:
Whatsapp: (48) 99607-0067
Aqui vai algumas amostras do seu trabalho:

Mas o que é Economia Colaborativa?

A Economia Tradicional é a ciência  que estuda a forma como a sociedade administra seus recursos escassos. Ou seja, o que a economia estuda e investiga é a forma como usamos recursos finitos para produzir, comprar, vender e consumir produtos ou serviços.

Já a Economia Colaborativa troca o  foco da escassez de recursos para a abundância de recursos disponíveis. Essa forma de enxergar a economia visa uma distribuição consciente e sustentável dos recursos, aproveitando de sua abundância para realizar trocas justas e que forneçam valor para os envolvidos enquanto promove inovação por meio da sustentabilidade.

Assim, a economia colaborativa parte da abundância e não da escassez dos recursos disponíveis na sociedade. Em vez de valorizar apenas o que pode acabar um dia, ela pensa em formas de distribuir melhor e otimizar o uso do que já temos.

Pense num motorista viajando com vários lugares vazios no carro. O que o impede este motorista de unir a disponibilidade espaço à necessidade um passageiro que está procurando um meio de transporte para viajar?

Essa duvida é resolvido por iniciativas inovadoras de economia colaborativa como o BlábláCar, que une, motoristas e passageiros que querem encontrar um meio de viajar. Ambos conseguem atingir seus objetivos otimizando o uso de recursos e economizando.

A economia colaborativa também propõe mudanças na organização hierárquica, em formato de pirâmide, onde nos submetemos ao poder de quem está no topo uma vez  que sua proposta é uma organização em rede. Os papéis de fornecedor e consumidor se invertem, são ambivalentes e podem mudar a todo momento. Por outro lado enquanto consumidores, não somos mais agentes passivos e reféns dos produtores. A ideia é que as transações ocorram de forma multilateral.

Assim, plataformas tecnológicas  como o Airbnb e Uber funcionam nessa lógica. Quem precisa de um lugar pra ficar tem a mesma oportunidade de usar o serviço como quem tem hospedagem para oferecer. Ambos os agentes usam a disponibilidade e a necessidade para criar um ambiente colaborativo dentro dos serviços.

Por outro lado, a economia colaborativa também promove, ao contrário da economia tradicional, a conexão entre as pessoas, estimulando a colaboração, ao invés da competição. Assim, por exemplo você pode utilizar os classificados da OLX, para procurar bens que precisa e negociar valores, formas de pagamento e até trocas de produtos com os seus próprios donos.  Não são necessárias disputas para conquistar fatias do mercado, nem necessariamente prejudicar outros agentes do mercado ao escolher uma ou outra opção.

 

Saiba mais sobre o tema no link:

https://www.freetheessence.com.br/nova-economia/consumo-colaborativo/economia-colaborativa-o-que-e/

 

Veja o vídeo da Camila Haddad:

https://www.youtube.com/watch?v=gpha0mG0710

 

 

A internet no seu aluguel de temporada: é vantajoso?

Quantas vezes já nos perguntamos se temos ou não internet no nosso espaço para locação? Se  devemos oferecer internet gratuita para nossos hospedes? Ou qual a qualidade da internet dos espaço de locação?

Assim, aqui vai alguns dados sobre a utilização da internet  que podem te ajudar a entender o impacto desta tecnologia no cotidiano.

O uso da internet no mundo

 

Em 2018 mais da metade da população mundial tem com acesso à internet. Estes são dados divulgados no último relatório Digital da Online Hootsuite e We Are Social. Hoje somos mais de 4 bilhões de pessoas conectadas à rede, enquanto as estimativas recentes apontam para uma população global de 7,6 bilhões de pessoas. Nós começamos 2018 com 4 bilhões de pessoas online (53% de todas as pessoas do planeta). Por outro lado, as redes sociais são utilizadas por cerca de 3,2 bilhões de indivíduos (42% de todo o mundo).

E o Brasil?

 

De acordo com dados levantados por estas duas empresas globais, o Brasil é o terceiro país que mais fica online no mundo: são, em média, 9h 14min todos os dias. A Tailândia lidera o ranking, com uma média 9h 38min, seguida das Filipinas, com 9h 24min. Esses dados foram obtidos por meio de pesquisa com usuários de 16 a 64 anos de idade.

Segundo pesquisa do IBGE o Brasil fechou 2016 com 116 milhões de pessoas conectadas à internet, o equivalente a 64,7% da população com idade acima de 10 anos.

A proporção de mulheres conectadas foi maior que a de homens: 65,5% delas tinham acesso, enquanto, o índice para eles era de 63,8%.

Os indivíduos com idade entre 18 e 24 anos apresentavam a maior taxa de conexão: 85% deles estavam online. Já os brasileiros com mais de 60 anos apresentavam o menor índice, de 25%.

As regiões Nordeste e Norte apresentaram taxas de indivíduos conectados inferiores à média brasileira, de 52,3% e 54,3%, respectivamente.

O Sudeste possuía o maior índice. Nestas regiões, 72,3% dos moradores tinham acesso, enquanto no Centro-Oeste a taxa é de 71,8% e no Sul, é de 67,9%.

Outro dado importante: celular é o principal aparelho para acessar a internet no Brasil. Em 2016, o telefone móvel era usado por 94,6% dos internautas, à frente de computadores (63,7%), tablets (16,4%) e televisões (11,3%).

Se estes dados impressionantes ainda não te convenceram sobre a importância da internet no seu aluguel de temporada dê uma olhadinhas nestes post dos blogs Go House:

https://blog.gohouse.com.br/invista-na-internet/?utm_campaign=newsletter_-_2408_-_duplicado&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

As comissões das plataformas de aluguel de temporada no Brasil

Utilizar as plataformas digitais para anunciar seu espaço ou para se hospedar por curtas temporadas tem sido uma pratica frequente entre os brasileiros.

Mas na hora de fazer o seu anuncio é preciso refletir quais são os seus propósitos, suas metas e seu publico alvo. Porque as vezes você pode estar pensando em apenas complementar sua renda familiar. Mas também ao contrario a expectativa pode ser o aluguel de temporada se transformar na sua principal fonte de renda. Ou poderia também ser simplesmente a ocupação de  um espaço ocioso na sua propriedade.

Assim, para todas estas possibilidades existem varias plataformas digitais como Airbnb, Homeway, Booking.com, Expedia, etc que podem ser adequadas ao seu proposito.

E cada uma destas plataformas tem seus custos tanto para o anfitrião quanto os hospedes. Para entender melhor o assunto o Stay blog fez uma post esclarecendo de forma bem simples as comissões cobradas por estas grandes empresas tecnológicas que lideram o mercado de oferta de alugueis de temporada.

Confira este  post superinteressante no link:

http://stays.net/blog/comissao-do-airbnb/